Feliz Ano Novo!

Já é uma tradição, o primeiro post do ano é uma releitura do meu ano gamístico passado, e nada melhor para isso do que participando novamente do MeMe do MarvoxBrasil, que chega à sua 6a edição: “O Que Você Jogou em 2016?” e minha terceira participação. Sem mais delongas, segue um resumo dos jogos que joguei ano passado em ordem cronológica.

Meu ano de 2015 foi encerrado jogando o primeiro jogo da trilogia remasterizada de Uncharted do console recém adquirido, o PS4. Sendo assim, 2016 não poderia ser iniciado de maneira diferente:

Uncharted 2: Among Thieves Remastered (PS4)

O até então melhor jogo da série voltou ainda mais bonito graficamente na coletânea para PS4, mesmo não atingindo todo o poder do console (pois se trata de uma remasterização) o jogo é ótimo e vale muito a pena ser jogado, principalmente aqueles que ainda não conhecem a série. O mesmo vale para…

Uncharted 3: Drake’s Deception Remastered (PS4)

..que também está presente na coletânea Uncharted: The Nathan Drake Collection! Não sou muito fã de remasterizações, principalmente de jogos da geração passada, mas como sou muito fã da série, gostei! Pegar as três novas platinas foi uma ótima desculpa para rejogar a série! ^^’

Leia mais em: Análise - Uncharted: The Nathan Drake Collection

Lara Croft GO (Android / PS Vita)

E por falar em séries que sou fã, Tomb Raider também entra na lista! Só que desta vez, a musa Lara Croft está numa aventura um pouco diferente. Lara Croft GO foi uma ótima experiência mobile que tive este ano, um jogo voltado totalmente para os puzzles, foi um ótimo passatempo que devorei em dias!

Joguei a versão de Android no começo do ano e quando saiu a versão para o PS Vita / PS4, joguei novamente! Muito viciante, recomendo!

Leia mais em: Análise - Lara Croft GO

Horizon Chase (Android)

Outra experiência interessante com mobile foi com o excelente jogo de corrida Horizon Chase, que trouxe muita nostalgia à nós brasileiros (principalmente) com a jogabilidade, gráficos e trilha sonora fortementes inspirados nos clássicos dos 16-bits: Out Run e Top Gear.

O jogo é nacional e foi desenvolvido pela Aquiris Game Studio. Já sua fantástica trilha sonora foi composta pelo mesmo artista que criou a do Top Gear, Barry Leitch!

Ainda não terminei o jogo, mas mesmo assim recomendo com toda certeza!

The House of the Dead: Overkill (Wii)

Em 2016, resolvi tirar poeira do meu Wii e tomar vergonha na cara e jogar seus jogos. Comecei pelo divertido The House of the Dead: Overkill, um rail shooter de primeira! Para quem não sabe, rail shooters são aqueles jogos de tiro em 1ª pessoa que você não movimenta o personagem, só atira! Ele percorre seu caminho pré-determinado automaticamente e enquanto isso, você tem que “meter bala” em tudo! E os controles de movimento do Wii são perfeitos para esse tipo de jogos, ainda mais se você tiver o suporte Wii Zapper que simula uma arma!

O jogo tem uma pegada daquelas paródias de filmes de terror dos anos 80. Com bastante humor, ação e uma boa trilha sonora, o jogo te empolga para encher de balas os zumbis! Bem divertido!

Jurassic Park: The Game (PS3)

2016 também foi o ano que resolvi dar uma chance aos jogos de aventura estilo point-and-click, que particularmente não são os meus favoritos! Mas confesso que essa chance só surgiu porque, não sei porque raios, estava empolgado com a temática Jurassic Park, pois tinha acabado de descobrir que existia um livro que deu origem ao filme (sim, eu confesso, desconhecia sua existência). Li o livro, depois assisti os filmes e queria mais.. Daí lembrei que eu tinha esse jogo no meu PS3, resolvi experimentar.. E não é que gostei, ele conta uma história original que ocorre paralalemente à história do filme, bem legal! O jogo é da Telltale, uma desenvolvedora que é especialista neste tipo de jogo!

Resident Evil (PS1)

Em 2015 eu havia terminado a campanha da Jill. Em 2016, retomei e terminei a campanha com o Chris. E só tenho uma coisa à dizer: clássico absoluto! Eu adorava esse jogo na época, e confesso que fiquei com um pouco de receio de rejogá-lo por muitos dizerem que o jogo envelheceu mau, mas não achei nada disso! Pode até ser a nostalgia falando mais alto, mas e daí, o que importa é se divertir, certo? :)

Meta 2017: terminar o remake de GameCube e depois a versão de PS3/PS4!

Leia mais: Análise - Resident Evil (PS1)

Sound Shapes (PS Vita)

Tá, eu confesso.. só dei uma chance à esse jogo por causa dos seus troféus! Mas não é que o jogo é divertido! No controle de uma “bolinha” (parecida com aquelas de aumentar/diminuir o som do seu CD Player), você deve atravessar vários cenários coletando notas musicais. Sua mecânica de jogo e design de fase são bastantes simples e, ao mesmo tempo, elaborados. O jogo se torna viciante, principalmente se adicionarmos sua trilha sonora, que é toda a essência do jogo, pois ela meio que dita seu avanço na fase.

Em tempo ainda, sobre o troféus.. eles não são tão fáceis assim! Para você ter uma ideia, você só consegue o primeiro deles terminando o jogo. Os outros são ganhos quando você termina cada capítulo dos dois modos extras que abrem ao final! Mas sabe porque esse jogo é procurado pelos caçadores de troféus? Simples, ele é cross-play entre o PS Vita, PS3 e PS4, ou seja, você pode começar a jogar em uma plataforma, salvar e continuar em outra. Tá, mas e daí? E daí que o jogo possui sistema de troféus independentes, ou seja, pegou a platina no PS Vita, salve e carregue o save no PS3 e você ganhará outra platina, mesma coisa no PS4. Sendo assim, se você tiver os três videogames, serão três platinas terminando apenas o jogo uma vez! ;)

The Order 1886 (PS4)

Este não joguei por causa dos troféus, mas descobri que tem platina considerada fácil! Bom, o jogo se passa no ano 1886 e você é Sir Galahad e faz parte da ordem dos cavaleiros do rei, mas devido à alguns acontecimentos paranormais (como aparecimento de lobisomens), maus entendidos e corrupções, você é banido da ordem e preso. Para não dar spoilers, vou resumir: o jogo é de ação/aventura em terceira-pessoa com uma jogabilidade boa e gráficos belíssimos. Apesar de não ser muito bem recebido pelas críticas, eu gostei! O jogo é exclusivo para PlayStation 4.

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain (Xbox 360)

Este é um jogo que me decepcionou um pouco, talvez seja pela expectativa que tinha sobre ele pelo fato de ser um Metal Gear Solid. Mas não é que o jogo seja ruim, pelo contrário, ele é muito bom, mas tem um defeito que me incomoda bastante: por ser de mundo aberto, ele é repetitivo demais à ponto de não me empolgar em jogá-lo. Jogava no máximo uma missão por dia e abandonava, até que abandonei de vez (mas ainda pretendo voltar) quando lançou..

Uncharted 4: A Thief’s End (PS4)

Sem sombras de dúvidas o melhor jogo que joguei em 2016! Ele não só atendeu, como superou todas minhas expectativas que tinha sobre ele. Até me programei para tirar férias do serviço no mesmo período de lançamento dele! :D

Leia mais: Análise - Uncharted 4: A Thief’s End

Guitar Hero Live (PS4)

Depois de ter terminado Uncharted 4, Guitar Hero Live foi o jogo que me prendeu! Com uma guitarra e jogabilidade um pouco diferente do que estava acostumado na série, o jogo te coloca num verdadeiro show, pois não temos mais aquele visual cartunesco da série, agora é tudo live action! E o público e os outros membros da sua banda reagem de acordo com seu desempenho, bem legal!

Demorei um pouco para pegar as manhas dos novos controles (de seis botões em duas linhas de três), mas depois que acostuma, eles são mais interessantes que os controles antigos (os cinco botões coloridos).

O jogo possui dois modos: o Live, onde você toca em uma série de shows numa turnê com sua banda; e o GHTV, que é uma espécie de televisão que só tem canais musicais, você escolhe um e saí tocando as músicas dos clipes!

Se você gosta dos jogos da série, com certeza gostará deste!

The Walking Dead (PS Vita)

Mais um adventure point-and-click da Telltale, desta vez, o aclamado The Walking Dead, ganhador de vários prêmios de melhor jogo do ano de 2012! Eu sempre tinha curiosidade em experimentar este jogo, mas tinha um pé atrás por se tratar de um gênero de jogo que não sou muito fã. Mas depois de jogar o Jurassic Park, com certeza, esses tipos de jogos entrarão no meu backlog (fila de jogos para jogar).

Esse jogo ganhou vários prêmios pelo simples motivo: históra excepcional! Ela foi criada exclusivamente para jogo, ou seja, não existe nos quadrinhos, muito menos no seriado. Mas mesmo assim é envolvente! Tanto que terminei o primeiro jogo e já parti para o..

The Walking Dead: Season 2 (PS4)

Continuação direta do primeiro jogo, tanto que as decisões tomadas no primeiro jogo, influenciam o começo desta segunda trama! Mas no meu caso, tive um problema: como joguei o primeiro no PS Vita e o segundo no PS4, ele não conseguiu achar meu save e comecei o segundo com decisões aleatórias do primeiro jogo! Mas nada que estrague o andamento do jogo!

Leia mais: Análise - The Walking Dead (Season 1 & 2)

Grim Fandango Remastered (PS Vita)

Por falar em adventure point-and-click, depois de terminado os dois The Walking Dead, parti para um clássico absoluto dos PCs no final dos anos 90: Grim Fandango, que teve uma versão remasterizada em 2015! E para alegria dos assinantes da PS Plus, ele foi disponibilizado gratuitamente no começo do ano passado (2016).

Eu ainda não cheguei a terminá-lo, mas o jogo é muito bom! Talvez a única coisa que me incomodou um pouco, é que às vezes, você fica perdido e tem que ir na base de tentativa e erro, o que acaba cansando um pouco! Mas o jogo está bem fiel ao original, inclusive foi mantida a mesma dublagem para o português da época, bem legal! Acho demais o sotaque do Manny Calavera (personagem principal)! :)

Gone Home (PS4)

Outro jogo disponibilizado gratuitamente pela PS Plus e mais um no estilo adventure point-and-click. Só que desta vez, eu não compreendi muito bem qual é do jogo, pois há um grande mistério no ar e você tem que resolvê-lo apenas investigando a mansão que na qual você mora ou deveria morar, pois não há mais ninguém em casa! Mas o fato é que cheguei ao final do jogo sem entender muito bem o que aconteceu por lá.. eu não sei se essa era a intenção do jogo ou se deixei passar alguma coisa pelo caminho! E olha, mesmo investigando tudo com calma, o jogo é bastante curto, em poucas horas você já termina!

Leia mais: Análise - Gone Home (PS4)

Cloudy with a Chance of Meatballs (PS3)

Se você conhece um pouco dos jogos que são fáceis de platinar, já deve ter pensado: “só jogou este por causa da platina, certo?”. E a resposta é sim.. joguei por causa dos troféus! Mas devo confessar também que gosto destes jogos infantis, eles são ótimos para jogar de maneira casual!

Baseado no filme “Tá Chovendo Hambúrguer”, o jogo é um simples plataforma 3D voltado para o público infantil. E o mais legal: dá para jogar em co-op! :)

Need for Speed (PS4)

O reboot da série Need for Speed pode não ter agradado à todos! Mas como eu gosto da série, me diverti bastante com ele, mesmo sendo um pouco repetitivo! O jogo reuniu os melhores elementos que a série já teve, customização de carros, corridas em alta velocidade, fugas de polícias e um boa trama (tá.. razoável)!

A jogabilidade (arcade) está aprimorada, sendo muito gostoso de pilotar os carros em alta velocidades. E o visual do jogo está impressionante, apesar que ele foi minha única base de jogos de corrida da geração!

Donkey Kong Country (SNES)

Só uma coisa a se dizer: clássico absoluto! E rejogá-lo fazendo os 101% na companhia de velhos amigos e várias cervejas, não poderia ser melhor! :D

Leia mais: Análise - Donkey Kong Country (SNES)

Dino Crisis 3 (Xbox)

Para quem acompanha o blog sabe que no começo do ano passado eu consegui um Xbox clássico e um tempo depois, peguei um dos jogos que mais tinha curiosidade em jogar nele: Dino Crisis 3!

E que decepção! Eu já não esperava algo muito bom, pois conhecia por cima a fama deste terceiro episódio da série, mas não sabia que era tão ruim! Tá, posso estar sendo precipitado, pois não avancei muito na história, mas dinossauros dentro de uma nave espacial não combina muito, né? Ainda por cima se a jogabilidade não for aquelas coisas.. :/

Mas não vou desistir.. ainda pretendo pegar para terminá-lo, só para ter certeza do quão ruim ele é! :D

Silent Hill 2 (PS2)

Para compensar a péssima experiência com dinossauros no espaço, parti para pagar um pecado gamístico da sexta geração: Silent Hill 2!

Considerado por muitos o melhor da franquia, SH2 traz um terror psicológico de primeira com inimigos icônicos, ou melhor, grotescos (como o Pyramid Head) e uma trilha sonora que com o uso de fones de ouvido, torna-se uma experiência única! Ainda pretendo escrever sobre ele por aqui, então vou deixar os detalhes para depois! :)

Donkey Kong Country Returns (Wii)

Por falar em jogo bom.. Que jogo é esse? Depois de ter jogado o DKC de SNES com meus amigos, bateu uma vontade de jogar este no Wii.. E quando comecei, fiquei me perguntando: porque eu não ainda não tinha jogado esse jogo antes descentemente? Eu só tinha experimentado as primeiras fases.

Que delícia de jogo, ele pegou tudo o que o DKC tinha de bom (jogabilidade, trilha sonora, etc) e adicionou o uso dos controles de movimentos do Wii na medida certa, nada que torne a jogatina cansativa ou chata como vários jogos de Wii! Este jogo também merece um review.. então aguarde! :)

Hitman GO: Definitive Edition (PS Vita)

Este jogo é dos mesmos criadores de Lara Croft GO, aliás, este veio antes! A ideia é praticamente a mesma, porém tem uma “pegada” como se fosse jogo de tabuleiro, onde os personagens são as peças e se movem como tal. Além disso, você agora assume o papel de um assassino, e você deve cumprir seu objetivo sem chamar muita a atenção dos seus inimigos. O jogo possui alguns recursos diferentes que convém ao caso, como usar latas para distrair inimigos ou então usar mesmas roupas que eles para usar como disfarce e passar despercebido!

Além disso, cada fase possuem 3 desafios variados, um deles é o de simplesmente completar a fase, os outros dois podem variar desde cumprir o objetivo em x movimentos, ou então, sem matar nenhum dos inimigos, ou então, matando todos eles, ou pegando a maleta secreta e por aí vai.. E com certeza, o mais chato de resolver é quando tem cumprir o objetivo na quantidade x de passos.

Assim como Lara Croft GO, as fases são bem criativas.. vicia! :)

The Last Guardian (PS4)

Eu só costumo comprar jogos no lançamento quando o jogo é quase certo que me agradará, como foi o caso de Uncharted 4. Com The Last Guardian eu não pretendia fazer isso, mas acabei fazendo, e até agora está sendo um caso de amor e ódio. Eu não sei como explicar, o jogo é lindo, você tem ajudar Trico (aquele cachorro-gato-galinha gigante) a chegar não sei onde ainda, passando por várias ruínas resolvendo puzzles que na maioria das vezes você depende do Trico. Mas o que acontece é que às vezes, o Trico te tira do sério, porque ele simplesmente não faz o que você quer, você tem que praticamente domá-lo, pois ele é um animal selvagem e faz o que bem entende.

Mas se parar para analisar, talvez esta seja a grande sacada do jogo, pois quando você consegue avançar é incrível. Bom, eu ainda não terminei.. quando chegar ao final, pretendo escrever sobre ele por aqui! :)

Goof Troop (SNES)

E para finalizar, Goof Troop! Um clássico que joguei em co-op juntamente com meu irmão no fim de tarde do dia de Natal. Para quem não conhece, este é um jogo muito bacana para se jogar em dois. No papel de Pateta e/ou Max, você tem que salvar seu amigo Bafo das mãos dos piratas. O jogo é de aventura com altas doses de puzzle que te fazem pensar bastante!

Uma pena que não conseguimos terminar, quando chegamos no último chefão (pelo que me lembro), acabou ficando tarde e precisamos ir embora, mas foi muito legal a experiência, fazia tempo que não jogava com meu irmão! :)


Esse post faz do MeMe Gamer “O Que Você Jogou em 2016?”, organizado pelo site MarvoxBrasil. Sendo assim, confira também os posts dos demais participantes:

E você? Como foi sua experiência gamística de 2016? Comente! ;)