Feliz Ano Novo! \o/

Já é uma tradição, o primeiro post do ano é sempre uma releitura do meu ano gamístico passado, e nada melhor para isso do que participando novamente do MeMe do MarvoxBrasil, que chega à sua 8a edição: “O Que Você Jogou em 2018?”. Esta é minha quinta participação e sim, copiei a introdução do ano passado! rs…

Sem mais delongas, selecionei alguns dos melhores jogos que joguei em ordem cronológica. Confira:

Metal Gear Solid (PS1)

Outra quase tradição é iniciar o ano jogando um clássico, e não existe nada mais clássico do que esta obra prima do mestre Hideo Kojima. Tá, exagerei um pouco, mas é porque quem me conhece, sabe que considero este jogo como sendo o meu favorito de todos os tempos, então não poupo elogios! E apesar dele dispensar de apresentações, ele é um jogo atemporal que merece toda reputação que ele tem. E caso você ainda não tenha jogado, recomendo fortemente!

Resident Evil VII biohazard (PS4)

Eis o jogo que trouxe de volta a essência da série Resident Evil e que ao mesmo tempo a “revolucionou” trazendo pela primeira vez a visão em primeira pessoa (na série principal, sem contar os spin-offs)! E mesmo tendo ficado com um pé atrás por causa disso, resolvi jogar e me surpreendi no quão bom é o jogo. Esta visão trouxe outra perspectiva e o tornou ainda mais sinistro, onde o suspense e a tensão estão presentes do começo ao fim. Foi uma das melhores experiências de 2018, só não tive a coragem de tentar pegar a platina ainda!

Escrevi sobre ele no Game Over #40, caso queira dar uma olhada. :)

Need for Speed: Payback (PS4)

Eu adoro a série Need for Speed e praticamente todo ano eu jogo um diferente… Você agora deve estar se perguntando: “Sério mesmo, NFS?”. Eu sei… Eu sei, mas todo mundo tem aquele jogo ou série que não é muito bem avaliada pela crítica, mas que você adora, não? Pois bem, NFS é um destes casos para mim. :)

Bom, NFS: Payback cumpre muito bem seu papel, sendo um jogo bem divertido e desafiador com várias provas diversificadas, onde você intercala entre três protagonistas diferentes (sim, esse jogo tem um enredo, bem raso, mas tem) e cada um dos pilotos tem suas especialidades. Mas as provas são basicamente corridas de rua, drift, rali, piloto de fuga e por aí vai.

Gostei bastante e já finalizei, mas este ano pretendo buscar o troféu de platina dele. ;)

God of War (PS4)

GOTY! A Santa Monica Studios conseguiu fazer algo impressionante com a série: Kratos se tornou um personagem bem mais maduro, porém ainda continua brutal como sempre. O sistema de combate ficou mais cadenciado, mas ainda é divertido e desafiador. Os gráficos e a trilha estão impecáveis! Enfim, jogaço!

Como ainda não joguei RDR2, achei o prêmio de melhor jogo do ano totalmente merecido!

Goldeneye 007 (N64)

Um dos meus pecados gamísticos da quinta geração quase foi redimido. Comecei a jogá-lo, me empolguei, porém ainda não cheguei ao final (o próximo jogo da lista, tomou toda minha empolgação para si).

Apesar de muitos dizerem que o jogo envelheceu mal, tornando injogável e tudo mais, eu tenho que discordar. Se você pegar para jogar com a mente aberta, você acaba se acostumando com a jogabilidade datada e se diverte tranquilamente com o jogo, que é um clássico absoluto (apesar de ainda achar Medal of Honor (PS1) melhor! :D)

Horizon Chase Turbo (PS4)

Estava ansioso por esta versão de PS4 desde quando anunciaram em 2015, pois apesar da versão mobile ser ótima, queria ter a experiência de jogar num console de mesa como era na época do Top Gear…

Para quem não conhece, Horizon Chase Turbo é um game totalmente brasileiro, desenvolvido pela Aquiris, que traz toda nostalgia e essência dos games de corridas do passado, tais como Outrun e Top Gear! Inclusive, a EXCELENTE trilha sonora do jogo é composta por ninguém menos que Barry Leitch, o compositor da trilha original de Top Gear do Super Nintendo… Incrível, não?

Se você ainda não jogou, recomendo fortemente. É um excelente jogo, principalmente se estiver procurando um bom jogo para jogar com os amigos em um multiplayer local! O jogo também saiu para PC, Xbox One e Nintendo Switch… além, é claro, das versões mobile para Android e iOS.

Resident Evil 2 (PS1)

Provavelmente quando este post sair eu já estarei jogando o remake, pois não irei resistir a tentação de joga-lo no lançamento. Mas como já venho esperando por este remake desde seu anúncio, resolvi dar uma revisitada na sua versão original e… que jogo foda! Ô saudade desta época de PS1… Resident Evil com certeza marcou uma geração de jogadores, tanto que o remake foi clamado por muita gente e que “para nossa alegria” a CAPCOM nos atendeu!

Eu não cheguei a zerar em todos modos de jogo (Claire A, Leon B, Leon A e Claire B), mas já valeu para matar a saudade, pois fazia um certo tempinho que não o jogava.

NFS: Most Wanted (Xbox 360)

Eu disse acima que adoro a série Need for Speed, certo? Mas tenho que confessar uma coisa, depois do NFS: Underground 2 (lá em 2004), eu acabei não jogando mais nada da série e só fui retornar no NFS: Hot Pursuit (em 2010), pouco tempo depois de ter comprado o PS3. Porém, desde então venho jogando praticamente todos os que saíram.

Bom, mas porque o Most Wanted? Se você perguntar para os fãs da série “qual é o melhor?”, muitos irão responder os Undergrounds e o Most Wanted. E como já tinha começado esse game à tempinho atrás, resolvi continuá-lo até zerar (conquistando os 1000G) e, agora posso dizer que é um ótimo jogo mesmo!

Logicamente que se você está acostumado com os jogos atuais de corrida, irá estranhar um pouco a jogabilidade e gráficos (ainda mais na versão de Xbox 360 que não é muito bem otimizada e tem algumas quedas na taxa de frames bem nítidas), mas a diversão continua lá! Além disso, ele é um jogo bastante desafiador, pois para se tornar o “Most Wanted” (o mais procurado), você terá que, além de disputar diversas corridas de rua, enfrentar uma série de desafios que envolvem fugas de policiais para ter créditos suficientes para enfrentar o próximo piloto da lista de procurados. E cara, quando a polícia está “irritada” contigo, elas são bem apelonas! :)

Marvel’s Spider-man (PS4)

Confesso que não estava dando muita bola para ele desde seu anúncio, mas conforme foi chegando perto do seu lançamento, comecei a ver uns trailer, me empolguei e não resisti, comprei no dia 1! E olha, valeu cada centavo!

Que jogo divertido! É extramamente prazeroso controlar o cabeça de teia pelas ruas de Nova Iorque. Seu sistema de combate é bastante dinâmico e funciona muito bem. A movimentação do Spider-man pelo cenário, balançando pelos prédios, também funciona perfeitamente. Os gráficos são belíssimos, a trilha sonora é bem legal e a história é bacana, digna de uma HQ.


  
    Não disse que o jogo estava bonito? Olha essa captura no pôr-do-sol usando um traje dos quadrinhos clássicos!
Não disse que o jogo estava bonito? Olha essa captura no pôr-do-sol usando um traje dos quadrinhos clássicos!

Shadow of the Tomb Raider (PS4)

Independentemente de qualquer crítica que o jogo leva, eu não consigo resistir à uma nova aventura da nossa querida Lara Croft! E este, apesar de desapontar um pouquinho, segue na mesma pegada dos anteriores, porém sem muitas inovações e “charme” do que o reboot foi em 2013, ou seja, está caindo de qualidade. Acho que este foi o mais fraquinho (e curto) desta trilogia.

Forza Horizon 4 (Xbox One)

Ano passado eu tive a oportunidade de adquirir um Xbox One e a primeira coisa pela qual me apaixonei no console foi o serviço Game Pass! A Microsoft está de parabéns, porque por um valor de R$ 29 por mês, você tem acesso a um acervo bem generoso de jogos bons. Mas o que mais me surpreendeu foi que ela liberou Forza Horizon 4 para assinantes no dia do lançamento (e fará o mesmo com Crackdown 3 e Gears 5)! Eu achei isso extremamente fantástico! Só por este jogo já valeu a assinatura por alguns meses ou talvez do ano inteiro! rs

FH4 está impressionante, ótimos gráficos, jogabilidade deliciosa, trilha sonora muito boa (tenho várias playlists no Spotify) e me rendeu várias horas de jogo! Imperdível para fãs de jogos de corrida!

Dead Space (PS3)

Mais um dos meus pecados gamísticos, porém desta vez eu consegui me redimir! Sempre ouvi falar muito bem da série Dead Space e nunca tinha dado uma chance ao jogo. Pois bem, resolvi encarar o medo e partir para cima dos “ETs malditos”! rs

Olha, só posso dizer uma coisa: só estava pendendo tempo em deixá-lo na estante… Que jogo foda! Ele é extramente tenso, porém, tem um sistema de combate excelente e uma história muito interessante. Porém, o que realmente chama atenção é o seu clima sombrio que é muito bem trabalhado através de sua trilha e efeitos sonoros, que são fora de série!

Pretendo começar o segundo jogo muito em breve!

Super Mario World 2: Yoshi’s Island (SNES)

E para fechar o ano, resolvi jogar outro clássico e, bota clássico nisso! Yoshi’s Island é belíssimo e dispensa muitos comentários! Talvez o único detalhe que incomoda um pouco é o choro do bebê Mario de quando você o perde. Mas isso é fácil de resolver, é só não ser RUIM como eu! hahaha

Ainda não consegui terminá-lo (mais um pecado gamístico pendente), mas estou encaixando ele entre uma jogatina e outra!

Menções honrosas

  • Full Throttle Remastered (PS Vita) - Posso considerar esse como mais um pecado gamístico redimido? Pois não cheguei a jogá-lo no PC na época, mas finalizei e curti demais essa versão remasterizada para o PS Vita! Um adventure dos bons! :)
  • Pokémon Yellow (GBC) - Eis um jogo que joguei bastante no emulador na época, mas nunca cheguei a terminá-lo (outro pecado gamístico). Agora que tenho um Game Boy Color, resolvi começar uma nova aventura, e não é que o jogo ainda é muito bom? Não é a toa que a série tem uma legião de fãs. Mas só para constar, ainda não terminei o jogo. :(
  • Crash Bandicoot Remastered (PS4) - Comprei o jogo e deixei encostado devido ao backlog infinito. Mas uma bela noite meu irmão veio jantar em casa e resolvemos relembrar os velhos tempos de PS1 e jogamos um pouco dessa versão remasterizada do Crash 1, e olha, ficou muito massa! Mas ainda continua sendo um jogo bastante díficil! rs
  • ReCore (Xbox One) - Escolhi esse jogo (disponível no Game Pass) para estrear o Xbox One, porém, não foi uma boa escolha. Eu já meio que sabia que ele não foi muito bem avaliado pelas críticas, mas tinha muita curiosidade de jogá-lo mesmo assim. Porém, agora que tive a oportunidade de jogá-lo, tenho que concordar com elas, o jogo não te prende nenhum pouco, tem combates bem fraquinhos e uma história sem sal. Não sei se irei continuar até o final.
  • Guitar Hero Live (PS4) - Quando soube que os servidores do modo TV iriam ser desligados no começo de Dezembro do ano passado, resolvi correr atrás dos troféus que faltavam deste modo para conquistar a platina dele, porém não obtive êxito. Ficaram faltando dois troféus que eram bem maçantes de conseguir. Mas eu estava disposto, estava jogando um pouquinho por dia, acho que iria dar tempo, até que, meu save simplesmente corrompeu e perdi boa parte do meu progresso (resgatando meu save da nuvem, porém ele não estava atualizado :/), aí desanimei. Horas e horas “perdidas”, malditos troféus que dependendem de recursos online! :(

Resumo

É isso, o ano de 2018 foi bem produtivo na minha vida gamística! hahaha.. Consegui jogar vários jogos no lançamento! Joguei muitos jogos ótimos e ainda conquistei muitos troféus e achievements! Mas é claro, devido ao vício por troféus, terminei vários jogos ruins também, tais como: Little Adventure on the Prairie, Energy Cycle, Energy Balance, Energy Invasion, Twin Robots, Mecho Tales, InkSplosion e por aí vai.. que é melhor nem comentar agora, pois estou preparando um post especial para eles, aguardem! hahaha


Esse post faz do MeMe Gamer “O Que Você Jogou em 2018?”, organizado pelo site MarvoxBrasil. Sendo assim, confira também os posts dos demais participantes:

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E você? Como foi sua experiência gamística de 2018? Espero que tenham curtido bastante jogos! Comente.. ;)