Análise - Resident Evil VII biohazard (PS4)

Se você é que nem eu, um fã de Resident Evil, que já tinha perdido as esperanças de jogar um novo capitulo da série que seja tão bom quanto os clássicos? Um jogo que traga aquela sensação tensa de que todo passo, tiro ou uso de recursos tem que ser calculado para conseguir avançar no jogo?

Pois bem, eu já tinha perdido aquela paixão pela série, logo depois de só experimentar um pouco do Resident Evil 5 e não curtir. Tá, confesso que deveria dar uma chance maior ao jogo (e ainda pretendo), mas aquele não era o Resident Evil que esperava. Aí veio o Resident Evil 6, e nem dei bola para ele, nem sei se é bom ou ruim! rs… E depois, na E3 2016, anunciaram o Resident Evil 7… com visão em primeira pessoa e personagens totalmente desconhecidos… foi aí que pensei que iria me divorciar de vez da série! Mas queimei a língua (e bonito)…

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Análise - DOOM (PS4)

Ao contrário do que possam imaginar, esta é praticamente minha primeira experiência com a série DOOM. Pois quando ganhei meu primeiro computador, lá por volta de 1998, a era do FPS já estava bem difundida (exatamente por causa do sucesso do primeiro DOOM de 1993) e o primeiro do gênero que me recordo de ter jogado foi o tal de Blood da Monolith Productions, um dos jogos mais violentos de 1997! Nesta época, eu não tinha muito acesso à jogos, e só joguei Blood, por causa da extinta revista CD Expert. E além disso, uns dois anos depois, eu ganhei o PS1 e conheci Medal of Honor, que me fez perder de vez o total interesse por DOOM. Entretanto, sinto uma certa inveja de quem vivenciou esta época do nascimento dos jogos de tiro em primeira pessoa.

Mais de 20 anos se passaram desde o lançamento do DOOM clássico e, mesmo sem ter o jogado, pude sentir o carinho e o capricho que os desenvolvedores tiveram para resgatar a essência da série com este reboot.

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Análise - The Last Guardian (PS4)

Para satisfação dos fãs da Team Ico, que aguardavam desde 2009 o lançamento do terceiro título da empresa, The Last Guardian finalmente saiu para um console da Sony.. o PS4!

Consolidada pelos jogos Ico e Shadow of the Colossus, a agora genDESIGN (não é mais Team Ico) dirigida por Famito Ueda, criou uma espécie de lenda ao anunciar The Last Guardian em 2009 para PS3 (até então) e o projeto nunca ter visto a luz do dia. Sua previsão de lançamento inicial era para 2011, mas após vários adiamentos somados com a saída do diretor da empresa, o jogo era dado como praticamente morto. Até que a Sony resolveu trazer de volta o diretor e anunciar que o projeto não estava morto na E3 2015. O que resultou em empolgação na grande parte dos fãs, pois parecia que agora realmente o negócio iria para frente! Pois bem, ele foi e o jogo tá aí, foi lançado no dia 6 de Dezembro de 2016 com exclusividade para PS4.. mas será que ele correspondeu às expectativas?

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Análise - Gone Home (PS4)

Estava curioso para experimentar este jogo desde quando foi lançado para PC em 2013, mas como não tenho um computador para jogar, ele acabou ficando de lado até Fevereiro deste ano (2016), quando ele foi lançado para os consoles (PS4 e Xbox One) e meu interesse despertou novamente. E para melhorar ainda mais, ele foi disponibilizado gratuitamente para os assinantes da PlayStation Plus no mês de Junho, ou seja, não tinha mais desculpas! Agora que joguei e terminei, o que dizer sobre ele?

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Análise - Gran Turismo 6 (PS3)

Quando conheci a série Gran Turismo lá em meados de 98/99, foi através de uma versão demo daqueles discos (CD Interactive) que vinham juntos com o PS1 e foi paixão à primeira vista! Naquela época, o supra-sumo de jogos de corrida que conhecia estavam no PC, tais como Test Drive 4 e International Rally Championship! Mas quando vi aqueles carros ultra realistas, com aquela trilha sonora empolgante, com corridas altamente acirradas, e com o que eu achava um máximo: os replays das corridas como se fossem uma transmissão de TV, fiquei fascinado! Adorava ver as suspensões dos carros trabalhando forte nas frenagens e curvas, era realmente incrível.. Isso sem contar que você tinha que tirar a carteira de habilitação (licença) para poder disputar as corridas! :D

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Análise - Uncharted 4: A Thief's End (PS4)

A Naughty Dog provou mais uma vez, que sabe contar uma boa história! Doses perfeitas de ação, aventura, drama e muito bom humor, sem deixar de lado a ótima experiência de jogar. Fiz QUESTÃO de comprar o jogo no lançamento, e após 16 horas de jogo, concluí o que teoricamente encerra a saga de Nathan Drake!

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Análise - Resident Evil (PS1)

Para quem acompanha o blog, já deve saber que no final do ano passado (2015), eu tinha finalizado a campanha com a Jill, que é moleza comparada a do Chris. Porém, só fui retomar e terminar a campanha do Chris recentemente! Para quem não está entendendo nada do que estou falando, continue a leitura que já explico! ;)

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Análise - Uncharted: Golden Abyss (PS Vita)

Num momento de plena compulsão, acabei comprando o portátil da Sony, o PS Vita, numa promoção do site Wal-Mart algum tempinho atrás. Tratava de um PS Vita com cartão de 4 GB e mais dois jogos em mídia física: PlayStation All-Stars Battle Royale e o Uncharted: Golden Abyss. O primeiro jogo, eu dispenso, mas já o Uncharted.. Tem algum tempo que estava na curiosidade de jogá-lo, pois sou fã da série e este é exclusivo para o portátil, eu tinha até cogitado uma vez pegar um PlayStation TV, mas descobri que ele não suporta o Uncharted. Então, não pensei duas vezes quando apareceu esta promoção! ^^

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Análise - Conker's Bad Fur Day (Nintendo 64)

Conker’s Bad Fur Day é o típico jogo que te engana pela aparências, você olha para o Conker, o esquilo vermelho protagonista, e imagina que se trata de mais um jogo de plataforma que qualquer criança possa jogá-lo, mas aí, você olha mais atenção já para a capa do jogo, e nota que ele está segurando um copo de cerveja (eis o motivo dele ser o mascote do blog ^^) com uma cara de mau, e nota também que existe o seguinte aviso: “Este game não é recomendado para menores de 18 anos!”, “eita! Como assim?”.

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Análise - Super Mario World (Super Nintendo)

No início do ano eu tinha uma meta: jogar a série Mario na sequência, fazer uma espécie de maratona com Super Mario World, depois Super Mario 64, Super Mario Sunshine, Super Mario Galaxy e por aí vaí.. Mas como você pode notar, estamos no meio do ano, e eu, com certeza, falhei na missão, mas pelo menos consegui terminar um: o Super Mario World! ^^

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Análise - Dead Island (Xbox 360)

Encerrei meu ano gamístico de 2014 com um jogo que tinha ótimos ingredientes, porém, o modo de preparo não foi muito legal, resultando em um jogo não muito satisfatório para mim! Mas pode ser que eu que não segui a receita direito.

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Análise - Need for Speed: Most Wanted (PS3)

Eaí, como passou o Natal? Espero que bem! Bom, vou falar de um jogo que quase desisti no ano passado (2013) quando comecei a jogá-lo, não sei exatamente o motivo, mas algo não em agradou na época. Porém, resolvi dar uma segunda chance ao jogo e descobri que é um jogo muito bom, muito bom mesmo!

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Análise - Medal of Honor (PS1)

Já fazia um tempinho que queria relembrar Medal of Honor. Sim, o primeiro deles no PS1, eu acredito que ele foi um marco importante para indústria, principalmente para jogos FPS. Sendo assim, mesmo com uma lista enorme de jogos que tenho para jogar, resolvi encaixá-lo na frente.

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Análise - Silent Hill: Origins (PSP)

Após praticamente um ano depois de ter comprado o PSP de um amigo que eu finalmente terminei um jogo nele! E esse jogo foi Silent Hill: Origins, o jogo que explica como tudo começou, pois ele se passa sete anos antes dos acontecimentos do primeiro Silent Hill.

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Análise - Machinarium (PS3)

E não é que ainda deu tempo de terminar mais um jogo ainda em 2013! E foi um jogo de um gênero que há tempos não jogava (talvez desde Criatura Crunch no PC em meados de 1999), que é o de puzzle de aventura point-and-click. Estamos falando de Machinarium!

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Análise - The Great Battle VI (PS1)

Depois de ouvir um podcast sobre o saudoso PS1, resolvi visitar minha prateleira de jogos “alternativos” do console para reviver alguns jogos já clássicos. Porém, ao invés disso, resolvi explorar os não tão famosos. E o primeiro deles foi o, até legalzinho, The Great Battle VI.

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Análise - Castle of Illusion (Master System)

Feriado, 7 de Setembro de 2013, sábado.. Para muita gente o fato do feriado ser no sábado não fez diferença alguma, mas para mim fez! Então aproveitei para ligar meu bom e velho Master System e jogar um clássico: Castle of Illusion estrelando Mickey Mouse! Pelo incrível que pareça, acredito que nunca tinha terminado, pois lembro de ter jogado quando criança, mas não lembro de ter chegado no final.

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Análise - Tomb Raider (PS1)

Se tem uma série que sou fã é da série Tomb Raider! Entretanto, o primeiro jogo que terminei da franquia foi Tomb Raider III e desde então venho jogando e terminando todos os jogos (ou quase, The Angel of Darkness eu pulei). Mas como disse, comecei pelo terceiro, os dois primeiros sempre foram uns dos meus pecados gamísticos, pelo menos era, até que resolvi encarar o desafio e terminar o jogo que deu origem a tudo! E olha.. não foi uma tarefa fácil não!

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Análise - Gunman Clive (Android - Xperia PLAY)

Há um ano mais ou menos adquiri um Xperia PLAY e confesso que fiquei um pouco decepcionado com a quantidade de jogos que dão suporte aos controles dele. Entretanto, não fui muito a fundo com ele e acabei deixando seu ótimo joystick de lado. Mas recentemente, resolvi dar uma segunda chance ao aparelho e saí a caça de jogos que tenham suporte e acabei encontrando Gunman Clive!

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Análise - Taz-Mania (Master System)

Hoje recebi o que estava planejando em ter a um bom tempo, um Master System III Compact com saída A/V! E graças ao amigo e colecionador Flávio, o Shiningstar, que faz esse tipo de modificação, recebi muito mais do que isso, recebi um Master com led de power, saída A/V e S-Video! Mas enfim, pretendo falar sobre ele em outro post, pois com a chegada do console, fui logo relembrar e zerar um jogo que considero um clássico da minha infância: Taz-Mania!

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Análise - Need for Speed: The Run (PS3)

Lançado em 2011 pela Electronic Arts e produzido desta vez pela Black Box (o Hot Pursuit, seu antecessor, foi produzido pela Criterion), Need for Speed: The Run trouxe algumas novidades interessantes à série, enredo é uma delas, onde toda um história é contada em cima do personagem Jack Rourke que deve dinheiro para muita gente e corre sério risco de vida, e para conseguir pagar o que deve, entra em uma corrida ilegal que cruza os Estados Unidos de San Francisco à New York chamada “The Run”.

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Análise - Need for Speed: Hot Pursuit (PS3)

Lançado em 2010 pela Electronic Arts e produzido pela Criterion Games (a mesma da série Burnout), Need for Speed: Hot Pursuit é a ressurreição do estilo que consagrou a série, o estilo de corrida de rua com perseguições policiais, porém, neste você pode ser tanto corredor fugitivo (racer) quanto corredor policial (cop).

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Análise - Far Cry 3 (Xbox 360)

Começando com as mudanças no blog com uma nova seção, a Game Over. Onde pretendo escrever um pouquinho sobre os jogos que eu terminar. E para estrear, nada melhor do que Far Cry 3 para Xbox 360, que foi meu primeiro jogo finalizado em 2013, na verdade, passei a virada do ano jogando este jogaço de tão viciante que ele é! ^^

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